É uma das minhas obsessões, reconheço, e mesmo agora que se tornou inevitável co-incinerar na cimenteira da Secil no Outão, em pleno Parque Natural da Arrábida, não significa que sinta menos a gravidade do que se passa ali.
Helena Matos no Público de hoje:
“Preservar a Arrábida não é, para o ministro, procurar, dentro da legalidade, pôr fim à actividade da cimenteira SECIL, naquele parque. Nada disso. Defender a Arrábida foi, sim, como se decidiu recentemente, não só prolongar o contrato da SECIL como também escolher precisamente as instalações desta cimenteira naquele parque natural para incinerar lixos, tudo isto devidamente dispensado de estudo de avaliação de impacte ambiental.”
Até que enfim alguém concorda comigo!

