Adeus Público, olá alternativas
Hoje, para a parte político-informativa da minha mente, é o último dia de uma era. É o último dia em que lerei o Público, e amanhã será o primeiro dia sem a sua companhia em pelo menos 15 anos.
Tal como escrevi ao reatar este blog, sinto-me encurralado. Inquieto. E nesta inquietude procuro mudar coisas na minha vida, por vezes só por mudar, outras em busca de alternativas.
O Público sempre foi a minha leitura diária para me abrir a mente e me permitir leituras contextualizadas e com profundidade sobre a actualidade. Nos últimos tempos, já havia deixado de o ser, reduzido a dar-me as últimas notícias, com contexto mas sem profundidade. Ora para isso existe a internet e as suas incontáveis fontes informativas (por exemplo as que estão na barra lateral deste blog, a minha “fervida água” (com um farrapo de leite).
Para me abrir a mente, neste momento de pessoal inquietude, necessito de alternativas. Para já, estas: Alternatives Économiques, Alternatives Internationales, Grands Reportages.
(a imprensa de revistas francesa é excelente, ao contrário dos jornais; para compensar, a imprensa de jornais inglesa é soberba, e as revistas um vazio…)
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